Quando o amor foge por entre os dedos

Combinaram encontrar-se ás 18:00 num café em Lisboa. Eu não acreditei quando me contaram que eles se iam
encontrar, após tantos meses separados, que pareciam anos para ambos.Era Domingo, ela saiu de casa meio nervosa, pelas
17:45 para conseguir chegar a horas ao encontro, sem saber se o caminho que
estava a percorrer era o correto. Contaram-me que ia de vestido e sandálias, e
quando passava pela rua, todas as pessoas olhavam para ela. Hoje penso se seria
pela sua beleza ou pelo barulho dos saltos altos na calçada. Ele saiu de casa de um amigo onde agora passa os dias
para distrair-se e afastar o pensamento dela. Mesmo tentando distrair-se ela
ainda ocupa o seu dia-a-dia, o que lhe provoca um buraco no
coração. Saiu também com algum tempo de antecedência para não chegar depois
dela. Na hora marcada, estavam os dois no café, sentados à
espera um do outro. O problema é que não estavam no mesmo café, provavelmente
entre as mensagens que trocaram um dos dois percebeu mal a indicação do café,
então foi parar a um sítio totalmente diferente.Ela esperou uma hora por ele, pudesse ela adivinhar
que ele também estaria na mesma situação que ela. Desde aquele dia, nunca mais trocaram palavras como
era habitual nos últimos dias, por causa de um mau entendimento de moradas, o
grande amor fugiu-lhes por entre os dedos.Ela pensa que ele não apareceu por medo e ele pensa
que ela não apareceu porque arranjou um novo amor.
3 comentários:
gostei muito querida, sigo com muito gosto *-*
não aparece que segues :c
mas obrigada fofinha (:
não tem mal *-*
obrigada (:
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