terça-feira, 24 de julho de 2012
Viver
“É loucura deixar de beber café porque um te soube mal. Deixar de sonhar porque um dos sonhos não se realizou. Desistir de tentar porque tudo fracassou. É horrível condenar todas as amizades porque uma te traiu. Deixar de acreditar de todo o amor porque um deles te foi infiel. É cruel deitar fora todas as oportunidades de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Lembra-te sempre que há outra oportunidade, uma outra amizade, um outro amor e uma nova força. Para todo o fim um começo.”
domingo, 22 de julho de 2012
Carta perdida
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Orgulho
- Quem não procura não sente falta.
- Enganas-te. O coração implora para voltar o dia inteiro.
- Então porque não volta?
- A saudade é grande, mas o orgulho é ainda maior.
sábado, 14 de julho de 2012
Vamos alugar ou comprar uma casa?
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Eu apenas
"Eu quero, mas não sei demonstrar. Eu penso, mas não falo. Eu preciso, mas não chamo. Eu amo, mas não assumo. "
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Uma viagem com ou sem regresso?
Ainda é tão cedo e já estou de partida para longe muito longe daqui, apesar de a distância ser relativa, para mim está viagem é mesmo longínqua. Para uma formiga meio metro já é imenso, tal como vinte quilómetros para uma pessoa correr e para mim 7701,1 km de Lisboa a França são tão imensamente grandes…
O avião acabou de partir, e esta coisa da turbulência faz-me imensa confusão, parece que fico sem ouvir por breves instantes e quando volto a ouvir tudo parece que tenho uma capacidade auditiva de um cão. Só de pensar que daqui a duas horas mais ou menos, estou a pisar um país completamente diferente do meu é complicado. Nunca pensei passar por isto tão cedo. Eu tento evitar o termo certo quando falo desta viagem porque custa-me. Quando contei aos meus amigos que tinha de ir embora tentei esconder a ideia real, que tinha de ir porque a família estava com problemas económicos e possivelmente voltava só no Verão se os meus país arranjassem logo emprego.Mas eu dizia sempre que voltava brevemente para afastar a ideia que podia nem vir a Portugal durante alguns anos. Mentia a mim própria realmente e agora choro porque mentir-me não faz bem. Estas nuvens que escondem tudo o que reside em mim, é aqui que eu deixo o meu ser, tudo de mim. Deixo a minha restante família, os meus amigos, as pessoas que já são do meu quotidiano como o homem que está sempre no café e deseja-me um bom dia.
É verdade que lá longe onde fica a famosa Torre Eiffel vou conhecer novas pessoas que quem sabe passarão a ser minhas amigas, certamente vai haver alguém que me irá desejar o bom dia mas em francês. Todos os locais e pessoas vão ser estranhos para mim , é como meter uma tartaruga fechada num aquário. Eu vou tentar sair , nadar , vou bater com a cabeça mas sei que a única solução é ficar lá longe de tudo mas a tartaruga nunca desiste de tentar escapar e eu vou fazer mesmo. Quando for o momento certo eu regresso, afinal tudo o que vai, volta.
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